domingo, 19 de outubro de 2008

Nessa fome que toma meus sentidos
Vou sobrevivendo a cada suspiro

Nessa sede que seca ânsias
Estou fadada a terras áridas

Essa fome que em distância consome
Marca o caminho sem deixar nome

Essa sede que em mim abriga
Reclama a água para ter Vida!

Assim... ainda sobrevivo a cada dia

Sem seu alimento que fortaleça
Sem seu líquido que abasteça

Assim... estou morrendo a míngua

Nessa espera que rouba a esperança
Nesse Amor que nos faz criança!
Tatiana Moreira
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